sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Exoesqueleto biônico entra em fase de testes em 2011
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Robô desenvolve emoções ao interagir com humanos
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Robônauta
O robô que vai ajudar os profissionais não só tem aparência humana,mas foi desenvolvido para que trabalhe como uma pessoa - Foto por Nasa/Divulgação O robô, que pesa cerca de 150 kg e tem cabeça, tronco similar ao humano, braços e pernas, foi desenvolvido pela Nasa e General Motors. O R2 poderá trabalhar junto aos astronautas.
John Olson, diretor do Escritório de Integração de Sistemas de Prospecção da Nasa, disse que os androides vão ajudar e não substituir os seres humanos.
- O projeto ilustra a promessa que representa uma futura geração de robôs, não como substitutos dos seres humanos, mas como companheiros que possam realizar tarefas de apoio.
Segundo o comunicado, o robô não só tem aparência humana, mas foi desenvolvido para que trabalhe como uma pessoa. Com pernas e braços e mãos, o R2 poderá usar os instrumentos que a tripulação usa.
A Nasa explica que no futuro os robôs espaciais poderão funcionar como assistentes dos astronautas nas caminhadas espaciais ou para desenvolver tarefas difíceis, perigosas para os humanos.[Fonte: R7 - "Copyright Efe - Todos os direitos de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe."]
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Robô-Cirurgião

quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Microrrobôs que imitam insetos começam a ser fabricados em larga escala
Robôs que imitam insetos
O grupo europeu de pesquisa I-Swarm (enxames inteligentes) vem trabalhando há anos no desenvolvimento de microrrobôs capazes de atuarem em conjunto como insetos, reproduzindo o comportamento coletivo de formigas, abelhas e cupins.
Inicialmente eles idealizaram os nanitos, microrrobôs milimétricos capazes de agir coletivamente.
A seguir, eles propuseram que seus microrrobôs, então do tamanho de uma moeda, poderiam ser utilizados para construir as primeiras obras civis na Lua, antecedendo os astronautas. Utilizando a capacidade que formigas e cupins têm para construir galerias e estruturas elevadas, os pesquisadores esperam usar os mesmos mecanismos para levantar estruturas que possam ser úteis ao ser humano - veja Formigas robóticas poderão construir casas em Marte.
Robôs-insetos
Agora eles atingiram um patamar que consideram essencial para o desenvolvimento de seus conceitos: eles finalmente conseguiram fabricar microrrobôs que se aproximam do tamanho dos insetos que planejam imitar.
A miniaturização da eletrônica está muito além do que seria necessário para a construção de robôs milimétricos. Mas um robô não tem só "cérebro." Robôs precisam de sistemas de comunicação e antenas, para se comunicarem entre si e com a central de controle, meios de locomoção, dispositivos para armazenamento de energia e, não menos importante, sensores, com os quais poderão interagir com o meio ambiente e saber se sua tarefa já foi cumprida.
A realização do que até agora era apenas conceito e projeto dependeu de uma "inovação" quase simplória - os pesquisadores substituíram as soldas, que uniam as diversas partes elétricas, eletrônicas e mecânicas do robô, por uma cola capaz de conduzir eletricidade.
Até mesmo os componentes eletrônicos são colados nas placas de circuito impresso. Em vez das placas rígidas, foi utilizada uma placa flexível com fiações nas duas faces. Depois de fixados os componentes, a placa é enrolada, criando o robô tridimensional.
O espaço é o limite
Cada robô mede menos de 4 milímetros e é movimentado por três pernas vibratórias. Uma quarta perna serve como sensor de toque.
Como o microrrobô é muito pequeno, um minúsculo painel solar montado em sua parte superior é capaz de suprir toda a energia necessária para o seu funcionamento.
O próximo passo da pesquisa é começar a produzir os microrrobôs em larga escala. "Chegou a hora desses robôs miniaturizados deixarem os laboratórios de pesquisa e encontrarem aplicações úteis," comemora o pesquisador Erik Edqvist.
Entre essas aplicações o pesquisador sugere tarefas de vigilância, microfabricação e limpeza. Além, é claro, da construção de obras na Lua ou em Marte. [Fonte: Inovação e Tecnologia]
HAL, Vista Este Robô e Tenha a Força

O HAL funciona interpretando o que os seus músculos estão fazendo, e a roupa simplesmente reage a estes impulsos. Às vezes eles reagem até mais rápido do que os seus músculos, e então o HAL pode se mexer antes mesmo de você levantar o braço. O HAL já inclusive passou por uma prova de fogo quando dois alpinistas profissionais carregaram no colo duas pessoas com deficiências de locomoção até o topo de uma montanha na Suíça, leia aqui no MSNBC. Os desenvolvedores dizem que a roupa robô estará a venda nos próximos anos, devendo custar aproximadamente US$ 20 mil.
Saiba mais sobre exoesqueletos no Wikipedia. [Fonte: Digitaldrops]
Uma Roupa Robótica para Reabilitação
As empresas Japonesas Matsushita (Panasonic) e Activelink criaram em parceria com a Universidade Gakuin de Kobe uma jaqueta robótica que ajuda a reabilitar pessoas com determinado tipo de paralisia em um dos braços. A jaqueta é colocada sobre o corpo e braços, e permite que a pessoa mexa seu outro braço normalmente enquanto busca imitar os músculos na área paralisada para reabilitar o paciente lembrando como é mover aquela parte do corpo. A medida em que a pessoa aprende a usar os “compressores que esticam e dobram”, ela pode usar a jaqueta de 7.2 kg para conseguir estímulos em partes do seu corpo que estavam imóveis.A Activelink planeja fazer testes com a roupa no hospital de Hyogo, Japão, e comercializar a tecnologia a partir de março de 2009. A jaqueta pesa 7.2 kg, e vai custar US$ 17.159. Pode ser caro, mas a tendência é baixar e este produto pode melhorar a vida de muitas pessoas. Ela só funciona com a parte de cima da cintura, mas ficamos aguardando inventarem umas calcas robóticas. [Fonte: Digitaldrops]



